E o nosso outono pelo jeito passou batido e a neve veio com tudo.
Boa notícia para os viajantes que estão loucos para conhecer neve, mas querem economizar e não viajar na temporada!!
Hoje quero levar vocês para as montanhas que eu já conheço, contar um pouquinho e ainda contar um pouco das mais famosas que eu ainda não conheço.
Como já falei mais de uma vez, sou fã de carteirinha dos alpes, e quem conhece, com certeza também vira um. A princípio as montanhas são sempre iguais. Um teleférico te leva da cidade até a próxima estação de teleférico. As motanhas tem várias paradas, como paradas de ônibus. Quando começa a nevar, muitas vezes as primeiras estações ainda não tenham neve, e assim terá que ir à próxima. Lógicamente a última parada é o pico, e é o highlite da montanha. De qualquer altitude a vista é fascinante, mas do pico é especial.
Nas motanhas são oferecidas várias atividades, tanto para inverno quanto para o verão. Mas o inverno é aquela coisa: neve, sky, snowboard, fondue, raclete, galera, gente bonita. É a felicidade da época, é como a gente ir pra praia no carnaval. Enfim, é um "tem que ir" como se diz em alemão.
Lojas especializadas, localizadas no pé da montanha, ou nas paradas oferecem aluguel de equipamentos para esquiar e fazer snowboard (surf na neve) e também cursos com instrutores certificados. Esquiar e fazer snowboard não tem idade. Ver crianças de 5 anos ou senhores no auge dos seus 70 aninhos com um ski no pé, fazendo manobras, dando pulinhos e arrazando com os adultos ou jovens, não é novidade.
Pra quem não se sente à vontade com um ski preso no pé, escorregando morro a baixo, são oferecidos também caminhos marcados para andar de trenó e fazer caminhadas. Andar com o pé afundando na neve, sentindo o vento gelado no rosto é gostoso demais! E andar de trenó é tudo! Uma adrenalina mais tranquila.
Restaurantes com comídas típicas também não faltam. São carinhos, porque a logística até a montanha não é barato. Mas vamos combinar que se você chegou até lá, curtindo aquela vista maravilhosa, você não vai reparar se um macarrão custar Fr 25,00.
O que talvez muitos não saibam é que nas motanhas da pra pegar um bronze! A reflexão do sol na neve é poderosa, e deixa bronzeadinho, ou até mesmo vermelhão. Portanto não esqueça de jeito nenhum o protetor solar de alto fator e também um BOM óculos de sol. Por favor, não esqueça mesmo!! Você também pode comprar lá em cima por um precinho mais salgado, mas se não tiver compre. As chances de ter sol na montanha, mesmo com tempo ruim, depende de quanto alto você sobe. O pico das mais altas podem ficar à cima das nuvens.
As minhas recomendações são
Hoch Ybrig: a 1h30 partindo de Zürich de trem. No caminho aproveite para dar uma volta por Einsiedeln. É a cidade mais próxima da montanha e é onde fica a catedral da santa negra. uma gracinha. http://www.hoch-ybrig.ch/winter/
Titlis: a 1h50 de Zürich partindo de trem. Aproveite a paisagem do caminho. Cada bondinho no Titlis tem a bandeira de um país do lado de fora. Tente pegar o do Brasil e faça uma foto! Para subir até o pico tem um teleférico panorâmico. http://engelberg.ch/
Grindelwald: a 2h37 partindo de Zürich de trem. Tome um chocolate quente e um solzinho na sacada do restaurante. http://www.grindenwald.ch/
Rigi: a 1h40 partindo de Zürich de trem. Eu conheço a montanha no verão e é lindo para fazer uma caminhada. Tire fotos das flores alpinas. http://www.jungfrau.ch/de/winter/start/
Jungfraujoch: a 4h20 partindo de Zürich de trem. É denominado o topo da Europa. Visite o palácio de gelo! http://www.jungfrau.ch/de/winter/start/
Scuol: a 2h40 partindo de Zürich de trem. Se for passar o fim de semana, aproveite o spa e as águas termais. http://www.engadin.com/ferienorte/engadin-scuol/?S=2
Infelizmente não tenho mais fotos do Jungfraujoch e de Scuol mais. Perdi. Mas admirem as fotos no site.
e vou deixando vocês por aqui. Para mais informações me escreva!
beijos
Re.
Montag, 29. Oktober 2012
Dienstag, 23. Oktober 2012
Programa de fim de semana
No último fim de semana fiz programa de sábado em família. Com a minha pequena Melissa fomos para o Kinderzoo Rapperswil (zoológico de crianças em Rapperswil). Pra quem mora aqui, ou veio passar férias com a criançada e quer um programa para os pequenos, recomendo muito.
Rapperswil fica a 40min de Zürich de trem, e o zoológico é bem pertinho da estação (5-10min a pé). O lugar não é muito grande e tem mais cara de fazendinha do que de zoológico. As crianças tem a liberdade de dar comida para os cavalinhos e elefantes, andar de ponei, brincar no cercado das cabras, passar a mão nos porquinhos e coelhos e andar de trenzinho puxado à cavalo. Fora isso tem a cada duas horas a apresentação dos leões marinhos, demais de engraçadinho. Elas jogam beijo, batem palmas, equilibram bolas no nariz e pedem aplausos.
Crianças pagam à partir de 4 anos (Fr 6,00) e adultos à partir de 16 anos (Fr 14,00). Reserve pelo menos um meio dia para a visita. Se decidir passar o dia todo, as crianças irão adorar. O zoológico oferece parquinhos enormes, restaurantes e lugares para grelhar uma carninha e fazer picnic.
Somente para adultos, vale a visita, mas não é tão legal se não tiver um pequeninho do seu lado com os olhinhos brilhando.
Infelizmente não fiz fotos dessa vez, mas segue aí o site para os interessados.
http://www.knieskinderzoo.ch
curiosidade: o Zoológico tem um programa para adotar bichinhos. Mais informações no site (em alemão).
Rapperswil fica a 40min de Zürich de trem, e o zoológico é bem pertinho da estação (5-10min a pé). O lugar não é muito grande e tem mais cara de fazendinha do que de zoológico. As crianças tem a liberdade de dar comida para os cavalinhos e elefantes, andar de ponei, brincar no cercado das cabras, passar a mão nos porquinhos e coelhos e andar de trenzinho puxado à cavalo. Fora isso tem a cada duas horas a apresentação dos leões marinhos, demais de engraçadinho. Elas jogam beijo, batem palmas, equilibram bolas no nariz e pedem aplausos.
Crianças pagam à partir de 4 anos (Fr 6,00) e adultos à partir de 16 anos (Fr 14,00). Reserve pelo menos um meio dia para a visita. Se decidir passar o dia todo, as crianças irão adorar. O zoológico oferece parquinhos enormes, restaurantes e lugares para grelhar uma carninha e fazer picnic.
Somente para adultos, vale a visita, mas não é tão legal se não tiver um pequeninho do seu lado com os olhinhos brilhando.
Infelizmente não fiz fotos dessa vez, mas segue aí o site para os interessados.
http://www.knieskinderzoo.ch
curiosidade: o Zoológico tem um programa para adotar bichinhos. Mais informações no site (em alemão).
Dienstag, 2. Oktober 2012
Caro?
Eu sempre afirmei com toda segurança que a Suíça é caríssima, que viajar aqui é caro, comprar é caro, impostos, aluguel... Porém em uma conversa com um dos viajantes que eu levei passear, ele me falou que no Brasil são calculados 3 meses de salário somente para impostos! 3 meses! Aqui contamos 1 mês.
O Brasil na verdade é um país bem caro e cheguei à conclusão que para os brasileiros uma viagem por aqui não é tão cara assim. Comprada com antecedência, a passagem São Paulo - Zürich - São Paulo custa em médica R$ 2.500,00. Esses dias alguém no Brasil me contou que pagou quase R$ 5.000,00 para fazer Curitiba - Manaus - Porto Alegre - Curitiba!! Planejando direitinho o dinheiro, pode-se viajar legal pela Suíça e até fazer umas comprinhas.
O que me deu certeza de que a Suíça não é tão cara como eu imaginava, foi a matéria que saiu na Folha de São Paulo do dia 20 de Setembro no caderno de turismo.
"Para o viajante brasileiros, uma país tão diverso, educado e pouco populoso se revela seguro. E, seja nos preços de alimentação mais simples ou de artigos de luxo, como relógios, os valores não assustam tanto. Além disso a Suíça é divertida: reúne destinos bem urbanos e de aventura." diz Silvio Cioffi.
Aqui os links da reportagem toda com fotos:
http://www1.folha.uol.com.br/turismo/1155432-animada-zurique-dorme-tarde-e-dirige-muito-pouco.shtml
Investir em uma viagem legal na Suíça é um bom negócio. Devorar um dos melhores queijos e chocolate do mundo (hmmm), nos Alpes curtir uns momentos de aventura, ver a parte urbana e diversificada com gente de todo canto do mundo, no frio tentar andar de Ski e no verão pular no lago de Zürich, conhecer a universidade onde Einstein estudou, ver igrejas que foram o berço da reforma na igreja, tudo por um preço acessível realmente vale muito à pena.
Estou esperando os viajantes que querem ver tudo isso de perto. Levo para conhecer e ainda dou dicas de promoções.
Beijos a todos!
Renata
O Brasil na verdade é um país bem caro e cheguei à conclusão que para os brasileiros uma viagem por aqui não é tão cara assim. Comprada com antecedência, a passagem São Paulo - Zürich - São Paulo custa em médica R$ 2.500,00. Esses dias alguém no Brasil me contou que pagou quase R$ 5.000,00 para fazer Curitiba - Manaus - Porto Alegre - Curitiba!! Planejando direitinho o dinheiro, pode-se viajar legal pela Suíça e até fazer umas comprinhas.
O que me deu certeza de que a Suíça não é tão cara como eu imaginava, foi a matéria que saiu na Folha de São Paulo do dia 20 de Setembro no caderno de turismo.
"Para o viajante brasileiros, uma país tão diverso, educado e pouco populoso se revela seguro. E, seja nos preços de alimentação mais simples ou de artigos de luxo, como relógios, os valores não assustam tanto. Além disso a Suíça é divertida: reúne destinos bem urbanos e de aventura." diz Silvio Cioffi.
Aqui os links da reportagem toda com fotos:
http://www1.folha.uol.com.br/turismo/1155432-animada-zurique-dorme-tarde-e-dirige-muito-pouco.shtml
Investir em uma viagem legal na Suíça é um bom negócio. Devorar um dos melhores queijos e chocolate do mundo (hmmm), nos Alpes curtir uns momentos de aventura, ver a parte urbana e diversificada com gente de todo canto do mundo, no frio tentar andar de Ski e no verão pular no lago de Zürich, conhecer a universidade onde Einstein estudou, ver igrejas que foram o berço da reforma na igreja, tudo por um preço acessível realmente vale muito à pena.
Estou esperando os viajantes que querem ver tudo isso de perto. Levo para conhecer e ainda dou dicas de promoções.
Beijos a todos!
Renata
Mittwoch, 19. September 2012
Que tal se aventurar no interior?
"era uma vez, um lugarzinho no meio do nada, com sabor de chocolate e cheiro de terra molhada..."
Quem lembra?
Esse lugar existe! Fica a 3h partindo de Zürich, é o vilarejo Broc onde está a fábrica de chocolate mais antiga da Suíça, a Cailler. E ontem fui me perder pra lá.
A viagem demora um pouco, ainda mais quando você tem um carrinho de criança e acaba perdendo uma das conexões. Mas é aquele demorado tranquilo. Eu saí de Baden onde moro, na ida fiz 2 conexões de trem e na volta 3. Ainda bem que todos se dispõe a ajudar para colocar o carrinho no trem quando ele não era no nível do chão.
Levantei cedão e lá fui eu com a Melissa, minha filhota (que dormiu lindamente confortável a maior parte do dia... ). Nas cidades grandes eu me acho, foi super fácil pegar o trem aqui, descer em Berna e pegar o outro lá. Já quando estou no interior me perco. Bulle é a maior cidade antes de chegar no vilarejo Broc. A partir de Bern troca o idioma de alemão para francês, e no interior é mais difícil achar quem fale inglês ou alemão, daí vou eu lá gastar o meu francêsespanhoneisitalianesportuguês para me achar.
Até eu descobrir onde saia o trem para o vilarejo eu já tinha perdido, e lógico que lá não é como aqui que tem trem a cada 15min, e sim de 1 em 1h! Para uma cidade tão pequena não vale a pena ter trens com maior frequência. (levei na esportiva e fui tomar um café no meio tempo.. em francês, mas ouvindo Zeca Pagodinho na lanchonete... eeee Brasil!)
Entrei no trem, com muito esforço, porque dessa vez só estava eu com a Melissa no trem e mais duas senhoras bem de idade que não puderam me ajudar, mas insistiam em falar comigo no melhor do francês e eu só respondia "oui" e dava uma risadinha! Entendi meia dúzia de palavras pingadas, o que as fez pensar que eu mandava no francês. Enfim chegamos em Broc-Fabrique.
Aí me veio aquela música na cabeça. A cidade cheira a chocolate, tem gosto de chocolate, tanto que até me fez perder a vontade de comer. E realmente é no meio do nada! Chegando na fábrica da Cailler você pode escolher a língua para o tour. Alemão, francês ou inglês. Não perguntei se havia outras opções. A visita dura mais ou menos 30 min. Começa com um caminho contando a história do chocolate, terminando com a fundação da Cailler, que é bem interessante.
Depois tem exposição de cacau, nozes, leite e por fim um pouquinho da produção. No fim tem degustação (volta a vontade de comer. hhhmmmm!!) e um atelier onde teoricamente pode-se fazer o próprio chocolate e levar pra casa. Ontem o lugar estava reservado para estudantes. Dizem que se tiver livre e se formar um grupinho, eles abrem para os visitantes. Mas a moça da recepção me contou que é bom reservar, senão as chances são mínimas. E como para todo lugar turístico a visita termina em uma lojinha e um restaurante.
De Broc-Fabrique tive a coragem de voltar pra Bulle e ir para Gruyére ainda, apesar do cansaço, mas já que fui até lá... Chegando na estação de Gruyére, atravessei a rua e lá estava a fábrica de um dos queijos mais famosos da Suíça. Também com uma visita de 30-40min e amostrinha do queijo. O tour é feito com uma espécie de telefone em várias línguas, e quem conta a história do queijo e também do seu dia-a-dia é a Vaquinha Cereja. Muito simpática por sinal. No fim tem a vista do porão onde é estocado o queijo Gruyére, uma lojinha e um restaurante. Em Gruyére também tem a opção de visitar o castelo. Você pode comprar o entrada combinado para visita da fábrica e do castelo. Não fui até lá, mas ouvi dizer que vale muito à pena.
O caminho de trem até essa região é muito gostoso. 3 horas de paisagens lindas, com direito a vista para os Alpes e fazendas com muitas vaquinhas. Bucólico, silencioso e com o ar puro que somente a região dos Alpes Suíços oferece. Os trens são na sua maioria modernos. E para quem vai com as crianças tem vagão para famílias, com parquinho (sim, tem um parquinho dentro do trem).
Agora, valeu a pena? Posso falar bem sinceramente? Pra mim não. Se você estiver a caminho de Genebra ou Montreaux por exemplo e vai passar uns dias viajando pela região, pode parar para almoçar um Fondue e ir visitar a fábrica do Gruyére, ou então se bater uma vontade irresistível de conhecer a cidade com gosto de chocolate, vá, é gostoso e uma pausa na viagem faz bem! Mas não pegue um dia da sua viagem somente para isso, a não ser que você faça muita questão. A entrada dos lugares é meio cara para o que é oferecido. Fr. 10,- para a Cailler e Fr. 7,- para Gruyére com meia hora de visita cada, mas se pensar que os dois lugares fazem parte da essência suíça... da gosto de ter ido.
A baixo fotos para despertar a curiosidade.
vou deixando vocês por aqui.
beijos
Renata.
Quem lembra?
Esse lugar existe! Fica a 3h partindo de Zürich, é o vilarejo Broc onde está a fábrica de chocolate mais antiga da Suíça, a Cailler. E ontem fui me perder pra lá.
A viagem demora um pouco, ainda mais quando você tem um carrinho de criança e acaba perdendo uma das conexões. Mas é aquele demorado tranquilo. Eu saí de Baden onde moro, na ida fiz 2 conexões de trem e na volta 3. Ainda bem que todos se dispõe a ajudar para colocar o carrinho no trem quando ele não era no nível do chão.
Levantei cedão e lá fui eu com a Melissa, minha filhota (que dormiu lindamente confortável a maior parte do dia... ). Nas cidades grandes eu me acho, foi super fácil pegar o trem aqui, descer em Berna e pegar o outro lá. Já quando estou no interior me perco. Bulle é a maior cidade antes de chegar no vilarejo Broc. A partir de Bern troca o idioma de alemão para francês, e no interior é mais difícil achar quem fale inglês ou alemão, daí vou eu lá gastar o meu francêsespanhoneisitalianesportuguês para me achar.
Até eu descobrir onde saia o trem para o vilarejo eu já tinha perdido, e lógico que lá não é como aqui que tem trem a cada 15min, e sim de 1 em 1h! Para uma cidade tão pequena não vale a pena ter trens com maior frequência. (levei na esportiva e fui tomar um café no meio tempo.. em francês, mas ouvindo Zeca Pagodinho na lanchonete... eeee Brasil!)
Entrei no trem, com muito esforço, porque dessa vez só estava eu com a Melissa no trem e mais duas senhoras bem de idade que não puderam me ajudar, mas insistiam em falar comigo no melhor do francês e eu só respondia "oui" e dava uma risadinha! Entendi meia dúzia de palavras pingadas, o que as fez pensar que eu mandava no francês. Enfim chegamos em Broc-Fabrique.
Aí me veio aquela música na cabeça. A cidade cheira a chocolate, tem gosto de chocolate, tanto que até me fez perder a vontade de comer. E realmente é no meio do nada! Chegando na fábrica da Cailler você pode escolher a língua para o tour. Alemão, francês ou inglês. Não perguntei se havia outras opções. A visita dura mais ou menos 30 min. Começa com um caminho contando a história do chocolate, terminando com a fundação da Cailler, que é bem interessante.
Depois tem exposição de cacau, nozes, leite e por fim um pouquinho da produção. No fim tem degustação (volta a vontade de comer. hhhmmmm!!) e um atelier onde teoricamente pode-se fazer o próprio chocolate e levar pra casa. Ontem o lugar estava reservado para estudantes. Dizem que se tiver livre e se formar um grupinho, eles abrem para os visitantes. Mas a moça da recepção me contou que é bom reservar, senão as chances são mínimas. E como para todo lugar turístico a visita termina em uma lojinha e um restaurante.
De Broc-Fabrique tive a coragem de voltar pra Bulle e ir para Gruyére ainda, apesar do cansaço, mas já que fui até lá... Chegando na estação de Gruyére, atravessei a rua e lá estava a fábrica de um dos queijos mais famosos da Suíça. Também com uma visita de 30-40min e amostrinha do queijo. O tour é feito com uma espécie de telefone em várias línguas, e quem conta a história do queijo e também do seu dia-a-dia é a Vaquinha Cereja. Muito simpática por sinal. No fim tem a vista do porão onde é estocado o queijo Gruyére, uma lojinha e um restaurante. Em Gruyére também tem a opção de visitar o castelo. Você pode comprar o entrada combinado para visita da fábrica e do castelo. Não fui até lá, mas ouvi dizer que vale muito à pena.
O caminho de trem até essa região é muito gostoso. 3 horas de paisagens lindas, com direito a vista para os Alpes e fazendas com muitas vaquinhas. Bucólico, silencioso e com o ar puro que somente a região dos Alpes Suíços oferece. Os trens são na sua maioria modernos. E para quem vai com as crianças tem vagão para famílias, com parquinho (sim, tem um parquinho dentro do trem).
Agora, valeu a pena? Posso falar bem sinceramente? Pra mim não. Se você estiver a caminho de Genebra ou Montreaux por exemplo e vai passar uns dias viajando pela região, pode parar para almoçar um Fondue e ir visitar a fábrica do Gruyére, ou então se bater uma vontade irresistível de conhecer a cidade com gosto de chocolate, vá, é gostoso e uma pausa na viagem faz bem! Mas não pegue um dia da sua viagem somente para isso, a não ser que você faça muita questão. A entrada dos lugares é meio cara para o que é oferecido. Fr. 10,- para a Cailler e Fr. 7,- para Gruyére com meia hora de visita cada, mas se pensar que os dois lugares fazem parte da essência suíça... da gosto de ter ido.
A baixo fotos para despertar a curiosidade.
vou deixando vocês por aqui.
beijos
Renata.
| trem de Berna para Bulle |
| vista de dentro do trem |
| vista de dentro do trem |
| estação de trem Broc Fabrique |
| entrada da fabrica da Cailler |
| uma das embalagens mais velhas dos chocolates Nestlé |
| Painel de propaganda da Cailler |
| Parede de chocolate na loja da Cailler |
| Fábrica da Cailler |
| Exposição na fabrica do queijo Gruyére |
| Exposição na fabrica do queijo Gruyére |
| Exposição na fabrica do queijo Gruyére |
| vaquinha cereja |
| banquinho para crianças |
| História do Gruyére |
| Porão de conservação do queijo Gruyére |
Sonntag, 9. September 2012
Pilatus e o caminho de trem mais íngreme do mundo!
Hoje vou levar vocês para Pilatus.
Semana passada acompanhei o casal Robson e Jaqueline. Eles estavam por 3 dias na Suíça, nos encontramos por acaso e eles decidiram deixar o "Deixa que eu te levo" levá-los.
Foi um dia ótimo, um pouco nublado, mas lindo e divertido com um casal super simpático. No tempo em que estavam aqui, queriam visitar os Alpes e Luzern. Eles mesmos pesquisaram onde ir e só me pediram para acompanhar.
Trem até as montanhas têm, como para qualquer parte da Suíça, o caminho porém é chatinho. Plataformas e mais plataformas, conexões e mais conexões, mas o Deixa que eu te levo mostra o caminho.
O casal decidiu visitar a montanha Pilatus, uma boa escolha, já que fica à apenas 30min de Luzern, que seria a próxima parada. Pilatus fica a pouco mais de 2100m acima do nível do mar e é conhecida por ter o caminho de trem mais íngreme do mundo (inclinação máxima 48%). No Pilatus, não é o pico o objetivo. A subida com o trenzinho é linda e é o auge da visita.
É mesmo íngreme?? É!! bem íngreme, sensação de montanha russa (ta, talvez algumas montanhas russas sejam mais íngremes, mas na emoção do momento, o subida pro Pilatus é bem inclinada). Recomendação importante pra quem vai e tem medo de altura: Em certos momentos você vai preferir não olhar pra fora, se olhar, concentre-se na subida, descida pra quem tem medo... não é legal. Pra quem gosta, se apresse para pegar o primeiro vagão.
Depois de meia hora de trem, chega-se ao pico da montanha. Ai que lugar! Eu sou meio suspeita a falar, sou fã de carteirinha dos Alpes, fã de qualquer vista que se tenha deles ou de cima deles. Com neve ou sem, com frio, sol, chuva ou vento... mesmo assim sou amante dos Alpes.
Como eu já disse, o dia estava nublado, mas nos 2100m de altura ficamos por cima das nuvens. Aquele mar de nuvens aos seus pés, o sol brilhando (o sol que você quer aproveitar muito, porque sabe quando descer vai estar nublado), a escada que leva até o topo do topo e a vista, apaixonante.
Tem que ir ver, escrever sobre isso é muito difícil. Ainda mais para uma apaixonada pelos Alpes como eu. Mas vou colocar fotos no fim pra ver se da pra entender melhor o que quero dizer.
Há outras possibilidades de subir no Pilatus. O que muitos fazem é subir de teleférico, descer com o trem e ir até Luzern de barco, uma opção maravilhosa!
Do Pilatus para Luzern fomos de trem. Sobre o passeio nem preciso comentar muito. No meu post sobre Luzern já falei o quanto gosto de lá, e com o Robson e a Jaqueline foi mais uma vez uma delícia passear e ter o prazer de apresentar a cidade aos dois que se deixaram levar.
vou deixando vocês com fotos, do passeio nublado e lindo!
beijos Re
Semana passada acompanhei o casal Robson e Jaqueline. Eles estavam por 3 dias na Suíça, nos encontramos por acaso e eles decidiram deixar o "Deixa que eu te levo" levá-los.
Foi um dia ótimo, um pouco nublado, mas lindo e divertido com um casal super simpático. No tempo em que estavam aqui, queriam visitar os Alpes e Luzern. Eles mesmos pesquisaram onde ir e só me pediram para acompanhar.
Trem até as montanhas têm, como para qualquer parte da Suíça, o caminho porém é chatinho. Plataformas e mais plataformas, conexões e mais conexões, mas o Deixa que eu te levo mostra o caminho.
O casal decidiu visitar a montanha Pilatus, uma boa escolha, já que fica à apenas 30min de Luzern, que seria a próxima parada. Pilatus fica a pouco mais de 2100m acima do nível do mar e é conhecida por ter o caminho de trem mais íngreme do mundo (inclinação máxima 48%). No Pilatus, não é o pico o objetivo. A subida com o trenzinho é linda e é o auge da visita.
É mesmo íngreme?? É!! bem íngreme, sensação de montanha russa (ta, talvez algumas montanhas russas sejam mais íngremes, mas na emoção do momento, o subida pro Pilatus é bem inclinada). Recomendação importante pra quem vai e tem medo de altura: Em certos momentos você vai preferir não olhar pra fora, se olhar, concentre-se na subida, descida pra quem tem medo... não é legal. Pra quem gosta, se apresse para pegar o primeiro vagão.
Depois de meia hora de trem, chega-se ao pico da montanha. Ai que lugar! Eu sou meio suspeita a falar, sou fã de carteirinha dos Alpes, fã de qualquer vista que se tenha deles ou de cima deles. Com neve ou sem, com frio, sol, chuva ou vento... mesmo assim sou amante dos Alpes.
Como eu já disse, o dia estava nublado, mas nos 2100m de altura ficamos por cima das nuvens. Aquele mar de nuvens aos seus pés, o sol brilhando (o sol que você quer aproveitar muito, porque sabe quando descer vai estar nublado), a escada que leva até o topo do topo e a vista, apaixonante.
Tem que ir ver, escrever sobre isso é muito difícil. Ainda mais para uma apaixonada pelos Alpes como eu. Mas vou colocar fotos no fim pra ver se da pra entender melhor o que quero dizer.
Há outras possibilidades de subir no Pilatus. O que muitos fazem é subir de teleférico, descer com o trem e ir até Luzern de barco, uma opção maravilhosa!
Do Pilatus para Luzern fomos de trem. Sobre o passeio nem preciso comentar muito. No meu post sobre Luzern já falei o quanto gosto de lá, e com o Robson e a Jaqueline foi mais uma vez uma delícia passear e ter o prazer de apresentar a cidade aos dois que se deixaram levar.
vou deixando vocês com fotos, do passeio nublado e lindo!
beijos Re
Freitag, 31. August 2012
www.televo.ch
Oi todo mundo!
Como muitos já sabem o "Deixa que eu te levo" virou site! www.televo.ch
A idéia do "Deixa que eu te levo" é dar uma mãozinha (ou até mesmo o braço todo) para os viajantes que vêm passear aqui na Suíça. O trabalho está no comecinho, a idéia está se desenvolvendo e os processos estão sendo definidos devagar.
Não quero que ninguém pense que vou fazer o papel de guia de turismo. Indo na frente de um grupo com 50 pessoas, guarda-chuva no alto e contando histórias decoradas sobre cada ponto turístico. Vou ser a companheira que vai do lado e não o guia que vai na frente.
A idéia são grupos pequenos, com rotas exclusivas preparadas para cada viajante. Quero ajudar os viajantes como uma amiga que vai buscar no aeroporto, leva pra passear, pra almoçar, pra fazer suas fotos. E também dar a liberdade se quiserem apenas dicas ou um help com a parte chata da viagem, como reservas de transfer, procurar trem, hotel, caminhos...
Eu dou as dicas, o viajante define e faz uma viagem prática e sem stress.
Vou saber contar pequenas curiosidades sobre alguns lugares, mas o interessante será aprender com os viajantes. Ler e traduzir placas e conversar sobre o assunto.. sem nenhuma obrigação de ter que ouvir uma longa história com datas e mais datas.
No Blog vou continuar contando o que conheço da Suíça e sempre procurando novos destinos.
E pra quem gostou da idéia, por favor divulgue o Blog e o Site! Para dar certo preciso da ajuda de todos. Novas idéias, perguntas, sugestões são sempre bem vindos. Quero saber o que os viajantes precisam, quais as necessidades e interesses.
Espero a ajuda de vocês e já estou a espera dos viajantes que gostam de praticidade!
beijos
Re.
Como muitos já sabem o "Deixa que eu te levo" virou site! www.televo.ch
A idéia do "Deixa que eu te levo" é dar uma mãozinha (ou até mesmo o braço todo) para os viajantes que vêm passear aqui na Suíça. O trabalho está no comecinho, a idéia está se desenvolvendo e os processos estão sendo definidos devagar.
Não quero que ninguém pense que vou fazer o papel de guia de turismo. Indo na frente de um grupo com 50 pessoas, guarda-chuva no alto e contando histórias decoradas sobre cada ponto turístico. Vou ser a companheira que vai do lado e não o guia que vai na frente.
A idéia são grupos pequenos, com rotas exclusivas preparadas para cada viajante. Quero ajudar os viajantes como uma amiga que vai buscar no aeroporto, leva pra passear, pra almoçar, pra fazer suas fotos. E também dar a liberdade se quiserem apenas dicas ou um help com a parte chata da viagem, como reservas de transfer, procurar trem, hotel, caminhos...
Eu dou as dicas, o viajante define e faz uma viagem prática e sem stress.
Vou saber contar pequenas curiosidades sobre alguns lugares, mas o interessante será aprender com os viajantes. Ler e traduzir placas e conversar sobre o assunto.. sem nenhuma obrigação de ter que ouvir uma longa história com datas e mais datas.
No Blog vou continuar contando o que conheço da Suíça e sempre procurando novos destinos.
E pra quem gostou da idéia, por favor divulgue o Blog e o Site! Para dar certo preciso da ajuda de todos. Novas idéias, perguntas, sugestões são sempre bem vindos. Quero saber o que os viajantes precisam, quais as necessidades e interesses.
Espero a ajuda de vocês e já estou a espera dos viajantes que gostam de praticidade!
beijos
Re.
Montag, 20. August 2012
Basel
Hoje vou levar vocês pra Basel.
Basel é considerada a capital cultural da Suíça, e é a terceira maior cidade do país. Vou ser bem sincera e dizer que não é uma das minhas cidades favoritas, mas pra passar um dia, dar uma caminhada e conhecer um pouquinho mais da Suíça é bem interessante. Basel é a cidade das três fronteiras, França, Alemanha e Suíça. Logo que você desembarca na estação de trem tem o posto da alfândega para chegar à França.
O turismo é muito bem organizado. A cidade é dividida em várias rotas que levam o nome de basiléios famosos (desculpem, mas não sei como se chama alguém nascido em Basel em português. Pro caso de eu precisar de novo, vou usar a palavra Basler). Nas ruas as rotas são marcadas com colunas que indicam a direção de cada rota. O rosto de cada Basler tem uma cor, e uma flechinha mostra pra onde ir.
Cada rota tem um tema, por exemplo:
Rota do Erasmo: é a rota do coração da cidade. Fazem parte a praça da catedral, que é usada para vários eventos como Open-Airs e Shows. A praça do mercado (onde até hoje são feitos mercados de rua, com barraquinhas vendendo desde queijos e salames feitos pelos fazendeiros, até artesanato). Seguindo a praça do mercado, chega-se às ruas de compras principais. A vista do morro que pertence à floresta negra (sim.. como o bolo) e o início do rio Reno também são parte da rota. Na catedral há túmulos de Baslers famosos inclusive o Erasmo de Rotterdam. Essa rota dura 30 minutos.
Rota do Jacob Burckhardt: Essa rota é muito interessante pois mistura o hoje e o ontem. Começa e termina na Praça do Mercado. Arquitetura e obras modernas, e também pertencentes ao novo gótico caracterizam a rota. A Tinguely-Brunnen e o Museu Histórico que são bem contrastantes valem várias fotos. a rota dura 45min.
Basel tem mais 3 rotas que pra quem se interessar, me escreva e eu levo pra descobrir.
Pra quem gosta de futebol, vale uma passadinha rápida no estádio do FCBasel. Pra que vai com as crianças, logo em frente o estádio tem o St. Jakobs Park, que tem estátuas de dinossauros e principalmente com crianças pode ser bem divertido. O zoológico também é muito famoso por abrigar várias espécies raras, diversão garantida com a gurizada.
Basel é cortada pelo rio Reno, dividindo a cidade em grande e pequena Basel. A Mittlere Brücke (ponte do meio) é uma das 14 pontes que ligam as duas partes da cidade, e é a ponte mais antiga sobre o rio Reno. Vale uma foto.
O carnaval de Basel também é muito famoso. Aqui se chama Fasnacht e é comemorado em datas diferentes em cada cidade. Bandas (com o pessoal vestindo muita roupa pois em fevereiro o inverno é rigoroso) animam a festa, e muitos suíços vão pra Basel curtir. Para os baslers é um orgulho.
Outra atração que faz parte da cidade são as feiras como a Feira de exposição de relógios e a Art-Basel.
Para os jogadores de tênis, há um bom motivo para vir pra Basel. Dizer que esteve na cidade onde nasceu o Roger Federer é muito legal. (Roger Federer: considerado por alguns um dos melhores jogadores de tênis de todos os tempos).
Pra quem gosta de futebol, vale uma passadinha rápida no estádio do FCBasel. Pra que vai com as crianças, logo em frente o estádio tem o St. Jakobs Park, que tem estátuas de dinossauros e principalmente com crianças pode ser bem divertido. O zoológico também é muito famoso por abrigar várias espécies raras, diversão garantida com a gurizada.
Basel é cortada pelo rio Reno, dividindo a cidade em grande e pequena Basel. A Mittlere Brücke (ponte do meio) é uma das 14 pontes que ligam as duas partes da cidade, e é a ponte mais antiga sobre o rio Reno. Vale uma foto.
O carnaval de Basel também é muito famoso. Aqui se chama Fasnacht e é comemorado em datas diferentes em cada cidade. Bandas (com o pessoal vestindo muita roupa pois em fevereiro o inverno é rigoroso) animam a festa, e muitos suíços vão pra Basel curtir. Para os baslers é um orgulho.
Outra atração que faz parte da cidade são as feiras como a Feira de exposição de relógios e a Art-Basel.
Para os jogadores de tênis, há um bom motivo para vir pra Basel. Dizer que esteve na cidade onde nasceu o Roger Federer é muito legal. (Roger Federer: considerado por alguns um dos melhores jogadores de tênis de todos os tempos).
Infelizmente não conheço muitos restaurantes em Basel, mas no site http://www.basel.com/de/search/restaurants você encontra várias sugestões.
Por hoje vou deixando vocês por aqui com algumas fotos.
beijos
Renata.
Por hoje vou deixando vocês por aqui com algumas fotos.
beijos
Renata.
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